O terror dá asas aos pés.
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Mulher é atropelada por ônibus ao atravessar a pista sem olhar se vinha algum veículo.

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Texto postado em 20/12/2011 | 108 notes | {reblogue}

As 13 almas Benditas:

Todos aqui já devem ter ouvido falar do terrível incêndio do Edifício Joelma (hoje chamado de Edifício Praça da Bandeira, localizado ao lado do Terminal Bandeira), que ocorreu em 1 de fevereiro de 1974.Um curto-circuito em um ar condicionado do 12º andar provocou o incêndio que tomou conta de 20 dos 25 andares, totalizando assim 179 mortos e 300 feridos. Muitas das 756 pessoas que se encontravam no local se salvaram, mas algumas acabaram por subir até o último andar e se jogavam em imenso desespero. Foram mobilizados caminhões de bombeiros de toda a capital, assim como algumas cidades próximas.Hoje, diversos mistérios rondam o Joelma. Vozes nos corredores, elevadores que sobem até o último andar sozinhos, calor intenso e gritos. Mas um dos casos mais interessantes e até mesmo mais conhecidos é o caso das 13 Almas Benditas. Trata-se do corpo de 13 pessoas que foram encontrados em um dos elevadores. Após diversos testes, não foi possível a identificação dos cadáveres, devido ao temível estado em que se encontravam. Hoje, as 13 vítimas estão enterradas lado a lado no cemitério São Pedro. Muitas pessoas atribuem milagres à essas almas, que somente Deus sabe seus nomes. A Igreja Católica, oficialmente, não aceita o caso das 13 Almas Benditas e não reconhece-as como milagreiras, apesar de o local ser palco de peregrinação e orações, que muitos dizem, terem sido alcançados.

Texto postado em 7/12/2011 | 0 notes | {reblogue}

Túmulo Velho

Eu sempre ia com a minha mãe ao cemitério, que ficava alguns blocos da minha casa, no dia de finados visitar os nossos parentes e amigos. Em 2007, como todos os anos fomos bem cedo para não pegar o cemitério cheio e claro menos vendedores ambulantes na porta. Minha mãe sempre fez questão de visitar todos parentes daquele cemitério o que às vezes demorava horas. Eu como nunca tenho nada melhor pra fazer sempre a acompanho e me divirto olhando as fotos dos mortos nas lápides e lendo suas mensagens. Até então eu não sabia que esse seria o último ano que eu iria a qualquer tipo de cemitério. Acontece que eu passei por um tumulo velho e mal cuidado, tinha uma rachadura enorme no meio. Eu ri e fiz um comentário de muito mau gosto do tumulo e do coitado que ali estava enterrado. Fomos embora depois de um tempo, quando eu estava saindo um mendigo me pediu dinheiro, nem respondi fui embora sem falar nada. Eis que o homem me seguiu até a porta do prédio onde moro no sexto andar. Subi pro meu apartamento e fiquei observando o homem pela janela que às vezes me olhava de rabo de olho até que ele desapareceu pela outra esquina. Naquele mesmo dia de noite, eu fui tomar banho quando acreditem ou não, alguém bateu na janela do banheiro (lembre-se que eu moro no sexto andar). Gritei como louco até minha mãe tocar na porta do banheiro, quando ela abriu achou que eu estava morrendo, pois estava pálido e a ponto de desmaiar. Contei tudo pra ela e meu irmão, mas ninguém acreditou. Olhamos pela janela e tudo estava como deveria estar. Naquele dia pedi pra dormir no quarto do meu irmão, ele zoou com a minha cara mas acabou deixando. Estávamos a ponto de dormir quando na janela apareceu alguém andando do lado de fora, meu irmão viu primeiro e gritou, quando eu olhei era aquele mendigo. Ele gritou comigo e disse pra nunca mais desdenhar da morada dos outros, imediatamente eu me lembrei da minha piada no cemitério. Minha mãe entrou no quarto, desta vez meu irmão era testemunha e ela acreditou. Pegamos a bíblia e oramos por varias horas, nunca mais vi o homem e nunca mais voltei a pisar em um cemitério

Texto postado em 7/12/2011 | 0 notes | {reblogue}

Quase

Eu estava voltando de uma noitada de muita festa e cerveja, tinha bebido muito, mas não quis que me levassem em casa. Era sábado, cinco e meia da manhã e eu dirigindo na Marginal Botafogo que nem louco, estava muito cansado e com sono, a bebida já tinha tomado minha energia e tudo que eu queria era chegar em casa e dormir. Acontece que eu dormi no volante e acordei com um grito muito alto e agudo bem no meu ouvido. Quando abri os olhos eu estava indo em direção a rampa de uma saída, porém somente com a metade do carro, a outra metade ainda estava na pista principal e eu sabia que se fosse assim o carro ia capotar e cair na vala que fica entre as duas pistas (que é bem funda). Eu tive tempo de virar o volante e voltar para a pista principal. Recuperando do susto me lembrei que estava sozinho.
“De onde veio o grito?” – me perguntei.
Olhei para o retrovisor e vi uma garota de uns 19 anos de idade, tinha uma luz em volta que fazia a noite parecer dia. Ela sorriu para mim e disse:
“Quase heim? Talvez da próxima vez você não tenha tanta sorte.” – Disse ela com uma voz calma.
Eu não pude dizer nada, estava muito nervoso mas não com medo, pois ela me transmitia uma sensação de tranqüilidade. Continuei minha viagem até em casa só que bem mais acordado e o espírito da moça no banco de trás me observando. Quando cheguei, estacionei na garagem olhei no retrovisor e o banco de trás estava vazio. Nesse dia eu mudei minha vida, nunca mais eu bebo e dirijo, da próxima vez talvez não tenha a sorte que tive nesse dia.

Texto postado em 7/12/2011 | 0 notes | {reblogue}

Eram onze horas da noite e chovia muito forte, estávamos indo para a fazenda da minha tia. Levei meu melhor amigo para quebrar um pouco a monotonia do campo. Negão, como eu o chamava, resolveu tirar um cochilo e se virou pro lado e eu continuei dirigindo em direção à fazenda. Algum tempo depois eu vi no meio da estrada meu pai que havia falecido em 1996, tinha a aparência muito mais jovem do que quando morreu e eu pude ver uma luz forte ao seu redor, ele estava com um braço esticado em minha direção e seu dedo indicador e sua cabeça fazendo sinal de negativo. Eu freei forte e segurei a direção, passamos por onde ele estava e o carro rodou varias vezes até parar. Retomando do susto olhei para a estrada, estava vazia. Negão gritava sem entender o que tinha acontecido.
“Cara, eu vi meu pai que já faleceu faz anos no meio da estrada” – disse sem fôlego.
“Seu louco, quase nos matou.” – gritou ele esbofeteando no meu braço.
“Não estou brincando, acho que ele queria me avisar alguma coisa. Vamos voltar pra casa, eu não posso continuar a viagem.” – respondi chorando.
“A fazenda esta a 15 km daqui, vamos dirigir 140 km pra voltar? Nem pensar, se você quiser vamos embora amanhã cedo.” – insistiu Negão.
Pensei que ele estava certo, não tinha sentido voltar a essa hora da madrugada estando tão perto, então seguimos a viagem. Alguns quilômetros depois, fazendo uma curva o carro derrapou, perdi o controle e capotamos até batermos em uma árvore. Eu me esforcei para sair do carro, deitei no chão e olhei pro lado da estrada na esperança de encontrar ajuda, ali estava meu pai, assim como eu o vi minutos antes. Ele se aproximou de mim e disse.
“Dorme filho, você precisa descansar e se você dormir, a dor vai passar, mas seu amigo vai vir comigo”.
Sem dizer outra palavra, segurou no ombro de Negão e andando pela estrada os dois desapareceram. Eu acordei já no hospital, e descobri que meu amigo realmente morreu no acidente, eu sofri ferimentos que me deixaram o rosto marcado, mas em alguns dias estava fora do hospital. Eu me arrependo amargamente por ter ignorado a mensagem do meu pai. Não ignorem os espíritos quando eles tentam ajudar, isso pode salvar vidas.

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Por favor venha

Um garoto de 15 anos em uma cidade pequena em Minas Gerais senta em seu computador após chegar em casa depois da escola. Ele liga o computador, entra no MSN, e é surpreendido com uma mensagem recebida há algumas horas atrás enquanto estava off-line, a mensagem era de um colega de sua classe que faltou na aula nesse dia. 
Haviam apenas 3 palavras; “Por favor, venha”. Confuso, o garoto responde a mensagem, perguntando porque ele havia faltando na escola. Após mais duas mensagens e 15 minutos sem respostas, ele decide pegar sua bicicleta e ir até a casa de seu colega. Era uma viagem curta, coisa de 5 minutos. 
Quando ele chegou na casa, ele viu que a porta estava destrancada. Dentro, manchas e poças de sangue estavam espalhadas pelo chão e paredes, e uma figura irreconhecivel estava preensada contra a parede. Faltavam um braço e uma perna, o sangue jorrava no chão fazendo uma poça que levava até a cozinha. O garoto saiu correndo, bateu a porta e imediatamente ligou para o 190 pelo celular. 
Quando os policiais chegaram, eles descobriram mais quatro cadáveres e manchas que levavam até o porta de trás da casa. Os policiais especializados concluiram que toda a família, o colega de classe e seus pais, tinham sido mortos na noite passada.

Texto postado em 7/12/2011 | 0 notes | {reblogue}

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quando completar 6 dias, vc olha ele de novo e assim vai…… vai conseguir viver mt tempo ainda k 

Texto postado em 7/12/2011 | 1 notes | {reblogue}

Texto postado em 7/12/2011 | 0 notes | {reblogue}
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